Trajetória

A criação do Iepé, em 2002, representou a formalização de relações de cooperação existentes entre seus 12 sócios fundadores, que já conduziam atividades de pesquisa acadêmica e assessoria direta aos povos indígenas do Amapá e Norte do Pará, em programas do Centro de Trabalho Indigenista – CTI, do Núcleo de História Indígena e do Indigenismo – NHII da Universidade de São Paulo, e do Museu Paraense Emilio Goeldi.

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terra indígena Uaçá (foto: Mário Vilela/Funai)

Desde sua criação, o Iepé tem procurado elaborar projetos que permitam uma ampliação dos trabalhos junto às comunidades indígenas da região, consolidando ações em andamento e estabelecendo novas modalidades de atuação. Inicialmente, as atividades se centravam em ações voltadas à capacitação e formação de jovens e adultos Wajãpi, no âmbito do Programa Wajãpi, o mais antigo do Iepé. Ao logo do tempo, o leque de atividades, os focos de ação, áreas de atuação e o número de parcerias institucionais se ampliaram. Nesta trajetória, o Iepé consolidou sua atuação nessa região, com um trabalho em parceria com os povos indígenas e suas organizações representativas e com órgãos de governo estaduais e federais. Por meio destas parcerias, são desenvolvidos trabalhos em prol da defesa dos direitos indígenas, da garantia de condições para seu bem estar e qualidade de vida no presente e no futuro, bem como para a conservação das florestas onde vivem e de seu entorno.

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