Iepé é o termo tradicionamente utilizado pelos grupos indígenas das Guianas para designar o amigo e parceiro de troca nas complexas redes de intercâmbio que esses grupos mantêm entre si.

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Boas Festas!!! Imprimir E-mail
Última atualização em Ter, 20 de Dezembro de 2011 11:39
 
Iepé assina convênio com a Caixa Econômica Federal Imprimir E-mail

No dia 23 de agosto de 2011 ocorreu, no auditório da sede da Caixa Econômica Federal, em Macapá, a cerimônia para celebração do convênio para desenvolvimento do Projeto “Tecendo a Arte, Tecendo a Vida:  organização das mulheres tiriyó e kaxuyana em torno de sua arte com sementes e miçangas”, entre o Iepé e a Caixa Econômica Federal. Este projeto foi selecionado em primeiro lugar na Chamada Pública 001/2011 do Fundo Socioambiental da Caixa Econômica Federal. A cerimônia contou com a presença de vários gerentes e funcionários da CEF, além de Laura Macedo, gerente em Brasília, que foi a Macapá especialmente para participar deste evento. Participaram da mesa, além de Laura Macedo, a gerente da CEF em Macapá, Denise Grupioni (pelo Iepé), Mitore Kaxuyana e Aretina Tiriyó (pela Apitikatxi) e Luciana Nóbrega (Funai/MCP).

O projeto beneficiará cerca de 200 mulheres indígenas Tiriyó e Kaxuyana da Terra Indígena Parque do Tumucumaque e visa incentivar a organização dessas mulheres em torno de sua tecelagem com sementes e miçangas, e assim possibilitar-lhes uma experiência inédita: o acesso a novos conhecimentos por meio dos quais possam contribuir para o desenvolvimento sustentável de suas comunidades, aprendendo a gerir sua produção artesanal e sua renda decorrente, com segurança e autonomia. Com início previsto para outubro, o projeto tem prazo de execução de um ano e, além de possibilitar capacitação das artesãs das comunidades locais em questões voltadas para as exigências do mercado, tais como padrão de qualidade, comércio justo e outros aspectos que garantam a boa aceitação de seus produtos, possibilitará a realização de intercâmbios das artesãs Tiriyó e Kaxuyana com outros grupos de artesãs indígenas que têm experiência na gestão da produção e comercialização de seu artesanato.

Última atualização em Sex, 23 de Setembro de 2011 11:00
 
Iepé finaliza livro Ka´a rewarã, em língua wajãpi Imprimir E-mail

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Ficou pronto em julho o livro Ka´a rewarã, escrito pelos pesquisaores Wajãpi e organizado por Dominique Gallois. Trata-se da 3ª. publicação de uma série de livros de leitura, em língua Wajãpi, que inclui “Ijã ma´e kõ” e “Kusiwarã”, idealizados e escritos pelos professores e pesquisadores Wajãpi, como atividade integrante do Plano de Salvaguarda do Patrimônio Imaterial Wajãpi. O livro foi elaborado entre 2008 e 2011 no âmbito das oficinas de formação e acompanhamento dos pesquisadores Wajãpi. Ele explora um conceito da língua e do pensamento Wajãpi (Ka´a), que no contexto das relações com os não índios tem sido traduzido ora como floresta, ora como ambiente, às vezes como biodiversidade, ou ainda natureza. Dividido em quatro partes, o livro descreve os diferentes modos de conhecer Ka´a; aborda os recursos utilizados pelos humanos e pelos animais e seus donos; caracteriza as diferentes paisagens a partir do conhecimento tradicional e descreve o tekoa, a moradia dos humanos incluindo os elementos que compõe seu modo de viver. O livro, editado no âmbito das atividades do Pontão “Arte e Vida dos Povos Indígenas no Amapá e norte do Pará”, teve apoio do Iphan/MinC, Embaixada da Noruega e Rainforest Foundation, e e será distribuído a partir de agosto de 2011.

Última atualização em Qui, 04 de Agosto de 2011 09:46
 
Sócia-fundadora do Iepé recebe título de Professora Emérita da USP Imprimir E-mail

No próximo dia 3 de dezembro de 2010, a profa. Dra, Lux Boelitz Vidal, sócia-fundadora do Iepé, recebe o título de Professora Emérita da Universidade de São Paulo. A homenagem é um reconhecimento por sua vida acadêmica dedicada à docência, à formação de novos antropólogos  e à pesquisa etnológica entre os índios no Brasil. Professora aposentada da USP, Lux Vidal foi pioneira nos estudos sobre os Xikrin (Pará) e o sobre os povos indígenas do Uaçá (Amapá), entre os quais ainda hoje realiza trabalho de campo e assessoria antropológica. Nos últimos anos, tem assessorado o Museu Kuahí dos Povos Indígenas do Oiapoque, coordenando o trabalho de formação especializada dos técnicos indígenas que trabalham nesse Museu, bem como da organização de exposições temáticas no mesmo. Lux Vidal esteve, ainda, envolvida na criação das principais organizações indigenistas no Brasil, sempre atuando em defesa dos povos indígenas. No Iepé tem assessorado as atividades do Programa Oiapoque.

A cerimônia ocorrerá no Salão Nobre do Prédio da Administração da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (na rua do Lago, 717, Cidade Universitária, Butantã, São Paulo).

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Última atualização em Seg, 28 de Fevereiro de 2011 10:26
 
Edital de contratação de assessor técnico Imprimir E-mail

Iepé lança edital para a contração de funcionário.

Acesse o edital de contratação aqui.

Última atualização em Ter, 01 de Junho de 2010 15:30
 
Inaugurada exposição sobre os Galibi Kali´na no Museu Kuahí, Oiapoque Imprimir E-mail

Enriquecendo as atividades comemorativas da Semana do Índio, no último dia 19 de abril de 2010, foi inaugurada no Museu Kuahí dos Povos Indígenas do Oiapoque, na cidade de Oiapoque, a exposição transfronteiriça Memória e Identidade dos Kali’na Tilewuyu - Eles Partiram para o País dos Brancos (1882 e 1892) e Os Galibi Kali’na Tilewuyu do Brasil (1950-2010).

O evento contou com a presença de Alexis Tiouka, representando a comunidade Kali’na de Awala-Yalimapo, e de Pierre Grenand e Françoise Grenand, do CNRS. Também estiveram presentes representantes da FUNAI, da Prefeitura Municipal de Oiapoque, da Câmara dos Vereadores, de escolas estaduais e municipais e das comunidades indígenas de Oiapoque. A família Lod, representada pelos senhores Julien e Gregório, ficou bastante emocionada com a homenagem.  Após a abertura oficial e visitação da exposição foi oferecido aos presentes um coquetel.

Esta exposição, que contou com a curadoria de Lux Vidal e com projeto cenográfico de Anne Courtois-Vidal, integra as atividades de formação de pesquisadores indígenas e de registros e valorização cultural que vêm sendo realizadas pelo Iepé, no âmbito do Pontão de Cultura, “Arte e Vida dos Povos Indígenas do Amapá e norte do Pará”, financiado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) do Ministério de Cultura (MinC).

De acordo com Lux  Vidal, curadora da mostra, a exposição realçou, através de uma cenografia conceitual e esteticamente adequada, fatos bastante extraordinários e hoje bem documentados e que reiteram a percepção de que eventos históricos são sempre lembrados e mitificados pelos índios. “Pela primeira vez ficou claro que possivelmente a migração dos Galibi Kali’na, em 1950, de Mana para o Brasil foi uma das últimas migrações voluntárias feita por índios e que os Galibi Kali’na do Oiapoque fazem parte de uma história e geografia social regional, nas quais esse povo, através de diferentes cisões, ocupa hoje cinco países diferentes, desde a Venezuela até o Brasil. Desde modo, esta exposição reinsere, no processo histórico transfronteiriço, o pequeno grupo brasileiro e sua trajetória específica”, explica Lux Vidal.

A exposição ficará aberta à visitação de abril a dezembro de 2010, no Museu Kuahí, Av. Barão do Rio Branco, 160, Oiapoque.

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Última atualização em Seg, 28 de Fevereiro de 2011 10:34
 
Lixo é tema de boletim ambiental Imprimir E-mail

"O problema do lixo nas terras indígenas” é o tema do novo númerodo boletim ambiental Povos Indígenas e Meio Ambiente – Amapá e norte do Pará, editado pelo Iepé. O texto aborda a questão do aumento do lixo como um dos grandes problemas ambientais no mundo todo, evidenciando que este não é mais só um problema das cidades e centros urbanos: hoje também é um problema para as terras indígenas e seu entorno. O boletim aborda, ainda, as dificuldades de dar um tratamento adequado ao lixo, a questão dos lixos mais perigosos e da experiência do Iepé de apoiar a construção de fornos incineradores nas terras indígenas.

Última atualização em Qua, 17 de Fevereiro de 2010 11:46
 
Iepé tem nova razão social Imprimir E-mail

De acordo com seu novo Estatuto, o Iepé tem uma nova razão social, passando a denorminar-se Iepé - Instituto de Pesquisa e Formação Indígena.

Última atualização em Qua, 13 de Janeiro de 2010 10:13
 
Novo endereço do escritório do Iepé em Macapá Imprimir E-mail

A sede do escritório do Iepé em Macapá se encontra agora em novo endereço:

Iepé - Instituto de Pesquisa e Formação em Educação Indígena
Av. Raimundo Álvares da Costa. 1689 - Bairro Central
Macapá / AP 
CEP: 68.900-074  
Tel/Fax:  96- 3223-7633 / 3223-2052
E-mail: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Última atualização em Ter, 29 de Setembro de 2009 14:17
 
Iepé lança novo número do boletim ambiental Imprimir E-mail
O Plano de Vida dos Povos Indígenas do Oiapoque é o tema novo número do boletim ambiental  Povos Indígenas e Meio Ambiente lançado pelo Iepé. Este número faz um relato acerca do processo de discussão e elaboração de um plano de gestão sócio-ambiental para as terras indígenas do Oiapoque, onde vivem cerca de 7 mil índios. Mostra como foram construídas as idéias para se garantir uma melhor qualidade de vida, tanto no âmbito social quanto ambiental, por parte de seus maiores interessados: os povos da região, em articulação com seus parceiros e órgãos de governo. O Plano de Vida do Oiapoque foi lançado em Macapá 2m 28 e 29 de agosto de 2009.
 
 
Para a elaboração desse Plano de Vida foi proposto e executado um planejamento participativo, ou seja, as propostas foram construídas coletivamente com a participação direta dos principais interessados. Assim, as idéias, os objetivos, as prioridades, os problemas e soluções foram compartilhados e organizados por todos, procurando atender as necessidades e desejos de toda a comunidade. Oito etapas foram previstas para colocar o Plano de Vida em funcionamento: 1) articulação dos parceiros; 2) mobilização; 3) oficinas de planejamento; 4) validação pelas comunidades; 5) elaboração de projetos; 6) implementação dos projetos; 7) monitoramento participativo; e 8) avaliação da implementação do Plano de Vida. Todas essas etapas têm como objetivo principal definir de maneira clara e objetiva as mudanças necessárias para a melhoria da qualidade de vida dos povos indígenas da região.
Última atualização em Seg, 28 de Setembro de 2009 15:01
 
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